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Final da Libertadores pode ter até 10% do público no Maracanã, mas só credenciados, decreta RJ

Decisão entre Palmeiras e Santos, no entanto, não terá torcedores pagantes – só convidados e envolvidos profissionalmente poderão entrar. Governador em exercício também publicou medidas restritivas.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro publicou nesta sexta-feira (22) um decreto que autoriza que a final da Copa Libertadores, marcada para 30 de janeiro no Maracanã, tenha público de até 10% da capacidade do estádio. Palmeiras e Santos disputam o título, em jogo único.



Desde o início da pandemia, não houve jogos com torcida no Rio de Janeiro, que na quinta-feira registrou novos 225 óbitos e 3,3 mil casos de Covid. Na capital, todas as regiões estão com risco alto de contágio, segundo boletim divulgado nesta sexta.



O decreto veta que haja venda de ingressos, ou seja, não haverá público pagante, apenas credenciados. Como a capacidade do estádio é de 78 mil pessoas, serão permitidos até 7,8 mil presentes.



"O evento relativo à etapa final do Torneio Conmebol Libertadores 2020 não terá a presença de público pagante, sendo, no entanto, autorizada a presença de pessoas devidamente credenciadas pela entidade organizadora, inclusive integrantes da coordenação, realização, segurança e patrocínio do evento e das entidades esportivas participantes até o limite máximo de 10% (dez por cento) da capacidade do estádio", diz o texto do Diário Oficial, assinado pelo governador em exercício do Rio, Cláudio Castro.


O decreto confirma o veto ao público, já que a própria Conmebol já havia definido no início de janeiro que a final seria de portões fechados devido à Covid, segundo o Globoesporte.com.



O decreto estipula medidas restritivas para reduzir os riscos de contágio. Entre elas:

  • apresentação de exame do tipo PCR, com resultado negativo e material coletado no prazo máximo de cinco dias da data da partida para obtenção de credencial de acesso;

  • checagem de temperatura corporal e da identidade em conformidade com a credencial para acesso ao estádio;

  • uso de máscara de proteção obrigatório, durante todo o tempo de permanência no perímetro interno e externo do estádio;

  • estrita observância do setor/espaço determinado na credencial para a permanência no estádio, conforme estabelecido pela organizadora.


No dia 13 de janeiro, o prefeito Eduardo Paes chegou a publicar um decreto para liberar a presença do público nos estádios do Rio, mas voltou atrás no mesmo dia.



"A decisão de liberar os estádios com uma ocupação máxima de 1/10 está correta tecnicamente, de acordo com nossa secretaria de saúde. No entanto, obviamente trata-se de medida quase impossível de ser fiscalizada. A medida será revogada", escreveu à época.



Fonte: G1.com

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