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ALDEIA CAMPISTA, HISTÓRIA DA GRANDE TIJUCA



A história da Aldeia Campista teve início quando João batista Vianna Drummond, homem de espírito empreendedor, feito Barão 1 ano e 4 meses antes do fim do Império, adquiriu da Princesa Leopoldina a antiga Fazenda do Macaco.



O Bairro de Vila Isabel – com projeto urbanístico, jardim zoológico e linha de bonde para o Centro – foi seu negocio mais famoso nas vastas extensões de terra que comprou a prazo da filha do Imperador Dom Pedro II.



Aldeia Campista é originalmente um bairro da cidade do Rio de Janeiro que surgiu com a implantação da Fábrica Confiança, no final do século XIX e com a conseqüente construção de casas para os operários. Os três apitos, que marcaram outrora os horários dos trabalhadores na fábrica, foram imortalizados na música de Noel Rosa, que como muitos, se refere ao local como Vila Isabel, embora muitos insistam que a área pertença à Tijuca.



A Vila Operária ainda existe e conserva a arquitetura original. Localiza-se nas fronteiras, encravado, nos bairros da Tijuca, Maracanã, Andaraí e Vila Isabel. A região é formada por ruas residenciais que interligam esses bairros como a Gonzaga Bastos, Pereira Nunes, Dona Maria, Araújo Lima, Amaral, Ribeiro Guimarães, Almirante João Cândido Brasil, entre outras.



Muitos preferem avaliá-lo como sub-bairro, outros não consideram mais a sua existência chamando-o de Tijuca, Andaraí ou Vila Isabel. Há quem considere ser um bairro pertencente a um conglomerado de bairros que é a Grande Tijuca.




Neste bairro também se encontra a Paróquia Sangue de Cristo, igreja construída pelos padres da Congregação do Preciosíssimo Sangue de Cristo, localizada na rua Adalberto Aranha, nº 48.



O bairro também foi imortalizado nas crônicas e contos de Nelson Rodrigues. O autor, que em 1916 morou ali, inspirou-se no cotidiano da Aldeia Campista para escrever “Engraçadinha” – que se passa numa praça que já não existe, além da maior parte da série “A vida como ela é”. Nesta encontram-se os nascimentos feitos por parteiras e os velórios em casa, os vizinhos cuidando uns das vidas dos outros, os hábitos das senhoras, a moda e a boêmia nas décadas de 30 a 50.

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