Um dos mais belos e românticos recantos do Rio de Janeiro guarda o costume de alugar charretes e cavalos, para crianças e adultos, passearem nos fins de semana.
Seu nome: Praça Comendador Xavier de Brito, foi dado em homenagem ao Coronel Xavier de Brito.
A Praça existe desde 1928, quando foi ajardinada e no seu centro está localizado um chafariz de bronze, construído na França para uma praça européia, mas que acabou no Brasil onde primeiro serviu de fonte. Em 1960 foi colocado na Praça para deleite dos moradores da região.A Praça também é conhecida como a Praça dos Cavalinhos, onde todo fim de semana, crianças e adultos se dirigem até a praça para curtir um fim de semana com a família tijucana, curtindo o passeio de charrete, os bodes, pula-pula e o tradicional Teatro de Guignol.
Uma antiga tradição carioca que está de volta: o Teatro de Guignol. Aqui foi implantado no começo do século 20, na administração do Prefeito Pereira Passos, em cinco praças (Mourisco, Saens Peña, Serzedelo Corrêa, Beira Mar e Jardim do Méier).
Em dezembro de 2003, a Prefeitura trouxe o Guignol novamente aos espaços públicos da cidade, começando pelo Jardim de Alah, em Ipanema. Logo incluiu-se na programação o Teatro de Marionetes Carlos Werneck, no Flamengo. Em fevereiro de 2004, foi inaugurado o Teatro de Guignol da Quinta da Boa Vista; em maio, o do Méier, no Jardim do Méier; em agosto o da Tijuca, na Praça Xavier de Brito; e em novembro o da Gamboa, na Praça da Harmonia.Além de garantir o sustento dos filhos, o ex-tecelão tomou gosto pelos espetáculos. Patrimônio de Lyon ainda nos dias de hoje, o Guignol era sobretudo da classe popular e dos tecelões.