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Centro Coreográfico completa cinco anos e oferece diversas atividades

No mês em que completa cinco anos, o Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, na Tijuca, oferece diversas atividades voltadas à apreciação e divulgação da dança: no sábado, dia 23, às 15h30, será realizada oficina gratuita com a americana Bala Sarasvati. No domingo, 24, haverá outra oficina gratuita de dança contemporânea, com o coreógrafo Luís Mendonça.
Nesses dois dias, a programação prosseguirá às 19h, com o espetáculo Um Olhar Estrangeiro, com a Concert Dance Company/ CORE e remontagens das residências internacionais das americanas Leslie Satin, Erika Essner e Tina Louise Vasquez. O ingresso custa R$ 2.
O Centro Coreográfico, vinculado à Secretaria Municipal das Culturas, fica na Rua José Higino 115. Mais detalhes pelo telefone 2570-1247.

Fonte: Prefeitura do RJ

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Polêmica universitária

Rio - No último semestre de seus oito anos à frente da Prefeitura do Rio, Cesar Maia lançou ontem a proposta de municipalizar a gestão da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Ele se propõe a assumir a instituição ainda este ano e deixar mais um semestre financiado para seu sucessor. Mas, embora garanta que a transferência é financeiramente viável, o que o estado gasta hoje com a Uerj corresponde a mais da metade dos recursos investidos pela prefeitura em sua rede de ensino.

A verba própria aplicada pelo município em educação hoje é de R$ 957 milhões, o que representa 16,9% da arrecadação tributária da Prefeitura: bem menos do que os 25% determinados por lei e inferior ao orçamento aprovado pelo conselho universitário da Uerj (R$ 1,148 bilhão). A polêmica interessa ao reitor, Ricardo Vieiralves, que sexta-feira recebeu com surpresa a proposta de municipalização da candidata do DEM à prefeitura, Solange Amaral.

“A universidade é o centro da possibilidade de restauração econômica da cidade. Mas implica mudança na Constituição estadual. Não é simples. Ano eleitoral tem dessas coisas. Eu gosto da polêmica, porque faz pensar”, diz o reitor.

Solange Amaral teria afirmado a Vieralves que não via problema, caso fosse eleita prefeita, em dar à Uerj o R$ 1,3 bilhão que o estado deveria destinar à entidade (o correspondente a 6% da receita tributária líquida do estado). Hoje o estado repassa R$ 530 milhões à Uerj, que, somados convênios e parcerias, sobrevive com orçamento de R$ 650 milhões.

“Se imaginarmos que a universidade agrega valor naquilo que é mais importante para o Rio, que é conhecimento, a médio prazo este valor econômico cobrirá o gasto adicional”, garantiu o prefeito Cesar Maia.

A sugestão foi vista pela oposição como mais um factóide de Cesar. “O nosso prefeito não consegue atender nem a nossa Educação Fundamental e Infantil, quanto mais o Ensino Superior”, disse a vereadora Andréa Gouvêa Vieira (PSDB), definindo a proposta como “eleitoreira”. “A rede municipal está arrebentada e precisando de investimentos enormes.

Não temos professores suficientes e há uma multidão de crianças excluídas da Educação Infantil. Como ele acha que vai ter recursos?”

O vereador do PSOL Eliomar Coelho afirmou que a proposta é desrespeitosa com os cariocas: “Em campanha, há espaço para demagogia, mas, como cidadãos, não merecemos esse exagero. Visitei mais de 10 escolas municipais no ano passado e vi professores que têm que levar giz e apagador da casa para a sala de aula.

SEM VERBAS, SOBRAM PROBLEMAS

Nos últimos anos, a Uerj vem sofrendo com a precária estrutura do seu campus no Maracanã. Faltam verbas para obras de recuperação do prédio, sobram problemas nos 12 andares da universidade. Contas no vermelho, prédios sucateados e falta de equipamentos e de profissionais são alguns dos problemas mais visíveis do campus, que abriga a maior parte dos cursos.

Alunos e funcionários se sentem inseguros no local. Em setembro do ano passado, um incêndio destruiu quatro andares do Pavilhão João Lyra Filho. Em 2006, um bloco de concreto desabou em um dos corredores muito movimentados da universidade. Por sorte, assim como o incêndio foi num final de semana, o desabamento ocorreu durante as férias da universidade.

MAIORIA DOS CANDIDATOS À PREFEITURA DO RIO É CONTRA
Postulantes ao cargo de prefeito do Rio comentam a proposta de Cesar Maia.

“Sou contra. É mais um factóide. O prefeito está aproveitando que a Uerj está maltratada pelo estado para desviar o foco de tudo o que não fez na educação infantil”
Alessandro Molon (PT)

“Não vou tomar nenhuma posição antes de conversar com a maior interessada, que é a reitoria”
Fernando Gabeira (PV)

“A Uerj já é uma instituição carioca e portanto cabe à prefeitura aportar recursos para que cada vez ela se desenvolva mais. É o que eu farei”.
Eduardo Paes (PMDB)

“É mais um factóide do prefeito, mas serve como denúncia do desprezo que o governador tem dispensado à Uerj. A universidade está abandonada sem os recursos previstos no orçamento. A prefeitura tem que cuidar do ensino infantil”
Paulo Ramos (PDT)

“Estudei na Uerj, uma universidade importante que vive problemas orçamentários por culpa do governo do estado. No apagar das luzes ninguém foi consultado. O ensino universitário não é função do município”
Jandira Feghali (PCdoB)

“Eu propus isso ao reitor. A municipalização joga a cidade pra cima. A Uerj deixará de pertencer a um governo tão instável”
Solange Amaral (DEM)

“O município é responsável pelo Ensino Fundamental. É preciso ver se esta proposta não fere a Constituição”
Marcelo Crivella (PRB)

“É preciso revogar a aprovação automática, reduzir o número de alunos por turma e convocar professores aprovados na Prefeitura”
Chico Alencar (PSOL)

Fonte: Jornal ODia OnLine

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Bateria da Mangueira faz ensaio de rua na sexta-feira

A bateria da Estação Primeira de Mangueira já iniciou a preparação para o desfile oficial na Marquês de Sapucaí em 2009, com o enredo “A Mangueira traz “Os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro.”. Os ensaios técnicos acontecem todas às quarta-feiras às 20h, na quadra da escola e os ensaio de rua estão sendo realizados às sexta-feiras, às 20h, na rua Visconde de Niterói, 1072, em frente ao Palácio do samba. Mestre Taranta e seus diretores comandam os ensaios com a participação da Rainha da ala Gracyanne Barbosa .

Ensaio da Mangueira

Marcia Rosario
Assessoria de imprensa

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Mangueira corta mais 2 sambas e final será em 18 de outubro

A Estação Primeira de Mangueira eliminou mais duas obras no último sábado (16), continuam na disputa 12 sambas concorrentes para o enredo de 2009 “A Mangueira traz Os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro.” desenvolvido pelo carnavalesco Roberto Szaniecki. O Grupo Regente da Mangueira abriu a roda de samba, meia-noite foi realizado um minuto de silêncio em memória ao saudoso Dorival Caymmi em seguida uma emoção tomou conta da quadra, o intérprete Luizito cantou o samba-enredo campeão de 1986 “Caymmi mostra ao mundo o que a Bahia e a Mangueira têm”. A bateria sob o comando de Mestre Taranta e a rainha de bateria Gracyanne Barbosa animaram o público presente nesta homenagem. A escolha final do samba-enredo de 2009 será no dia 18 de outubro.

Paulinho Rocha, Vicente Felisberto e Fininho
Eraldo Caê, Paulo de Carvalho, Diego Cabral e Bitú G-Sé
Marcus Muniz, Renan Brandão, Machado e Marcelo Nunes
Lequinho, Jr. Fionda, Gilson Berini e Clarão
Celso Tropical, Catranca, Marcelo Santa Clara e Partidinho
Jorge Nascimento, Rodrigo Carioca, Jorge PQD e Jorginho Bonsucesso
Índio da Mangueira, Luisinho Oliveira, Daniel do Riachuelo e Beto Savana
Zeca Monteiro, Bete da Mangueira, Deija e Valter Veneno
Gustavo Louroza, Vanderson, Junior e Dirley
Aníbal, Jerônimo GG, Pope e Jurandir Terra
Tuaregue, Jocelino, Paulo Beto e Madeira
David Corrêa, Marcelo D’Aguiã, Resemar da Mangueira e Bizuca

Marcia Rosario
Assessoria de imprensa

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Mangueira-Nota de Pesar pelo falecimento de Dorival Caymmi

A presidente da Estação Primeira de Mangueira, Eli Gonçalves da Silva, a Chininha, a Diretoria e Segmentos da escola lamentam profundamente o falecimento do cantor e compositor baiano Dorival Caymmi. A agremiação teve a honra de homenagea-lo no ano de 1986, desfilando com o enredo “Caymmi mostra ao mundo o que a Bahia e a Mangueira têm”, conquistando o primeiro lugar no campeonato.

Marcia Rosario
Assessoria de imprensa

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I Festival de Música “Semana da Pátria” no Museu Militar Conde de Linhares

Em comemoração à Semana da Pátria, o Museu Militar Conde de Linhares promove, de 01 a 05 de setembro, o I Festival de Música “Semana da Pátria”. Programação:

Festival Militar

2ª Feira, às 19h - Grupo de Chorinho “Cordas Douradas”
Entrada Franca;

3ª Feira, às 19h - Banda Sinfônica da Polícia Militar do Rio de Janeiro;
Entrada Franca

4ª Feira, às 19h - Orquestra Grupo Pão de Açúcar;
Entrada Franca

5ª feira, às 19h - Tecladista Jorge Maia, do Castelo do Vinho;
Entrada Franca

6ª feira, às 19h - Ney Gouvêa “O Rei do Flashback”, com banda ao vivo e o show
“Uma Noite no Museu”. Participação especial de “Renato Travolta Cover”.
Ingressos à Venda com a Produção do Show, no tel: 2289-0095.

O Museu Militar Conde de Linhares fica na Av. Pedro II, 383, São Cristóvão.
Telefones: 2589-1683 / 2589-9581
E-mail: museumcl@bol.com.br
Capacidade 400 pessoas. Estacionamento gratuito para 200 veículos

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Centenário de morte de Machado de Assis será comemorado com atividades culturais no SESC Tijuca

Teatro, exposição, música, dança e literatura em homenagem a um dos escritores mais importantes da literatura brasileira

O autor de obras-primas como “Dom Casmurro”, “Memórias póstumas de Brás Cubas”, “Quincas Borba” e “Memorial de Aires” faleceu há 100 anos. E o centenário de morte de Machado de Assis, um dos maiores gênios da literatura nacional e fundador da Academia Brasileira de Letras (ABL), ganhou uma programação comemorativa especial no SESC Tijuca, que inclui teatro, exposição, dança, cinema, literatura e música. O evento “Nos tempos de Machado” acontecerá nos dias 27, 28 e 29 de agosto, com todas as atividades gratuitas para homenagear o jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo Machado de Assis.

Abertura, dia 27/8
No dia 27/8, quarta-feira, destaque para a exposição composta por uma linha do tempo (que percorre períodos desde o nascimento à morte do escritor) e aborda alguns dos principais marcos históricos culturais da época, além de fazer referências aos grandes nomes que influenciaram obras de Machado de Assis. A exposição trará, ainda, um desfile dos alunos do Centro Educacional da Usina, apresentando as roupas, hábitos e costumes do período em que viveu o escritor.

Em seguida, às 14h30, Rogério Saturnino (graduado em Letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro-UERJ; mestre em Estudos de Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro-PUC-Rio e doutorando em Estudos Literários da Universidade Federal Fluminense-UFF) dará uma oficina interativa sobre a vida e obra de Machado, fazendo também uma dinâmica sobre o conto “O Alienista”.

Às 16h30, a Cia Jovem Petite Danse fará o espetáculo “Dança em versos”, que busca resgatar sentimentos esquecidos através da escrita poética. As poesias são de Machado de Assis, músicas de Milton Nascimento e direção de Nelma Darzi. A Cia faz parte da Escola de Dança Petite Danse e tem como objetivo aprimorar o aprendizado da dança através da prática nas apresentações, melhorando o desempenho técnico, proporcionando encaminhamento profissional a diversos bailarinos.

Para fechar o dia, às 19h, será encenado o espetáculo teatral “O encontro de Machado de Assis e Arthur Azevedo”, com direção de Leonardo Simões. A peça é uma homenagem ao centenário de morte dos dois autores, e integra literatura, música e história. Através de um olhar crítico dos personagens, a apresentação mostra as transformações sociais e urbanas ocorridas na virada do século XIX para o século XX, durante a chamada “Belle Époque”. Encenado em construções de valores histórico-culturais, o espetáculo percorre diversos espaços do local.

Dia 28/8
Na quinta-feira, 28 de agosto, as atividades começam às 14h30, com uma contação de histórias que abordará informações sobre a vida de Machado e alguns de seus contos (”Um Apólogo” e “A Cartomante”). A música “Coração Triste”, com letra do escritor homenageado acompanhará o evento. Os contadores serão Augusto Pessoa (formado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro-UNIRIO, com especialização em Interpretação e Cenografia) e Rodrigo Lima (formado no curso de Bacharelado em Violão na UNIRIO, ex-integrante da Orquestra de Violões da UNIRIO), sob a direção de Maria Haro, ator e compositor de trilhas para teatro.

Às 16h, o escritor Henrique Rodrigues Pinto lançará o livro “Machado de Assis: o Rio de Janeiro de seus personagens”, fazendo uma palestra sobre as questões abordadas. A publicação contém trechos de livros de Machado em que a paisagem urbana aparece com destaque. As mesmas são ilustradas com pinturas de respeitados artistas do período, como Agostinho José da Mota, Gustavo Dall’Ara, Emil Bauch, Nicolau Antonio Facchinetti, Boaventura Caron, Giovanni Battista Castagneto, Johan George Grimm e João Baptista da Costa. Henrique Rodrigues Pinto é também autor de: Quatro estações: o trevo (edição do autor, 1999), A musa diluída (Record, 2006) e Versos para um Rio Antigo (Pinakotheke, 2007) e participou da coletânea Prosas Cariocas: uma nova cartografia do Rio de Janeiro (Casa da Palavra, 2004).

Logo após, às 17h, o grupo O baú que conta e canta fará uma esquete teatral: “Fogo que queima, histórias que ardem”, que mistura poesia e música. A apresentação traz uma pequena biografia do escritor, tomando como base o livro “Machado de Assis”, da série Conhecendo Nossos Clássicos, de Amelia Lacombe, e também um pouco de sua obra, traçando uma linha temporal de sua vida (desde a infância no Morro do Livramento, até seus últimos dias na casa do Cosme Velho). Poemas como “Ela”, composto em sua adolescência em referência às inalcançáveis moças de um colégio tradicional do Rio de Janeiro e “Quando Ela Fala”, feito em homenagem à esposa que o acompanhou por boa parte da vida, ajudarão a contar a história, fazendo o público refletir sobre as semelhanças entre a sociedade atual e a daquela época.

O grupo O Baú que Conta e Canta foi formado há 11 anos e já participou de diversos eventos, como Feira da Providência, Paixão de Ler (SESC Rio), Bienal Internacional do Livro, Arraiá da Providência e outros. É formado por Sílvia Ferraz, arte-educadora, pedagoga e contadora de histórias e Marcelo Peregrino, músico e ator.

Às 18h, Marta De Senna (graduada em Letras e com mestrado em Teoria Literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ) dará a palestra “Uma base de dados on line”. Marta há alguns anos vem se dedicando a estudos machadianos em perspectiva comparada e desenvolveu uma base de dados sobre as citações e alusões histórico-literárias na ficção de Machado de Assis. Publicou os seguintes livros: “Uma poética flutuante: ensaio sobre a poesia de Castro Alves” (Rio de Janeiro: Edição da autora, 1980); “João Cabral: tempo e memória” (Rio de Janeiro: Antares/INL, 1980); “O olhar obliquo do Bruxo; ensaios em torno de Machado de Assis” (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998); “Alusão e zombaria: considerações sobre citações e referências na ficção de Machado de Assis” (Rio de Janeiro: FCRB, 2003).

Focando na música da época de Machado, às 19h30, Avelino Romero (ex-professor do Colégio Pedro II e da Escola de Música Villa-Lobos, ex-coordenador de Ensino Médio do Ministério da Educação e atual professor-assistente de História da Música da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro-UNIRIO) vai falar sobre o assunto, ilustrando ao som do piano. Para fechar a série de programações, no dia 29 de agosto, serão exibidos os filmes “Quanto vale ou é por quilo?”, de Sérgio Bianchi e “Dom”, de Moacyr Góes. Em seguida, Rogério Saturnino fará um bate-papo sobre os longas, falando da imagem do negro no século XIX e fazendo uma relação do livro “Dom Casmurro” com o filme “Dom”, que se baseia na história, mas é adaptado à atualidade.

Machado de Assis
No dia 21 de junho de 1839, nascia no Rio de Janeiro um dos maiores autores da literatura brasileira de todos os tempos: Machado de Assis. Jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, Machado produziu obra que abrange, praticamente, todos os gêneros literários. “Memorial de Aires”, “A mão e a luva”, “Iaiá Garcia”, “Memórias póstumas de Brás Cubas”, “Quincas Borba” e “Dom Casmurro” são alguns de seus grandes sucessos. Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, foi criado no Morro do Livramento. Sem muitos recursos, estudou como pôde e com apenas 15 anos de idade, já publicava o seu primeiro trabalho.

A tradução de “Queda que as mulheres têm para os tolos” (1861), foi o seu primeiro livro. Em 1864, lançou o livro de poesias “Crisálidas”. O primeiro romance foi “Ressurreição”, de 1872. Trabalhou e escreveu para vários jornais e revistas. Seus contos iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. Em 1869, Machado de Assis se casou com Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã de seu amigo Faustino Xavier de Novais, diretor do O Futuro.
Desde o início, Machado de Assis apoiou a criação da Academia Brasileira de Letras. Comparecia a reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição. Fundou a cadeira nº. 23, escolhendo o nome de José de Alencar para seu patrono, que morrera cerca de 20 anos antes e por quem nutria intensa admiração e amizade. Esteve na presidência da instituição por mais de dez anos, e essa passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis. O escritor faleceu em 29 de setembro de 1908.

Serviço:

SESC Tijuca - Rua Barão de Mesquita, 539 - Tel: 3238-2100

Dia 27/8
13h
Abertura: Exposição, Moda e Pensamentos Machadianos

14h30
Mini-oficina, apresentação e debate da vida e obra de Machado: “Descobrindo Machado” com Rogério Saturnino

16h30
Espetáculo de dança: “Dança em versos”
Com Cia Jovem Petite Danse. Direção de Nelma Darzi.

19h
Espetáculo teatral: “O Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo”
Textos originais: Arthur Azevedo e Machado de Assis
Adaptação, direção e produção: Leonardo Simões
Classificação: Livre

Dia 28/8
14h30
Contação de histórias: “Histórias de Machado”.
Com Augusto Pessôa e Rodrigo Lima

16h
Palestra e lançamento de livro: “Machado de Assis: O Rio de Janeiro de seus personagens”, de Henrique Rodrigues Pinto.

17h
Esquete Teatral: “Fogo que queima, histórias que ardem”.
Com o Grupo O Baú que conta e canta

18h
Palestra: “Uma base de dados on line”.
Com Marta De Senna.

19h30
Conferência Ilustrada: “A Música na época de Machado”.
Com Avelino Romero.

Dia 29/8
Machado no Cinema - Exibição de filmes e bate-papo com Rogério Saturnino.
15h
“Dom”, de Moacyr Góes.
18h
“Quanto vale ou é por quilo?” de Sérgio Bianchi.

Marina Avellar
Assessoria de Imprensa do SESC Rio

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Mangueira segue com 14 sambas concorrentes e a escolha final será em 18 de outubro

A Estação Primeira de Mangueira apresentará neste sábado (16), 14 sambas concorrentes para o enredo de 2009 “A Mangueira traz Os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro.” desenvolvido pelo carnavalesco Roberto Szaniecki. As composições serão avaliadas e eliminadas por um júri composto de integrantes em diversos segmentos da escola A quadra abre com uma roda de samba do Grupo Regente da Mangueira e a meia-noite a entrada da bateria sob o comando de Mestre Taranta dando início as apresentações dos sambas concorrentes. A escolha final do samba-enredo de 2009 será no dia 18 de outubro.

Parcerias classificadas (serão cortados 2 sambas neste sábado)
Paulinho Rocha, Vicente Felisberto e Fininho
Eraldo Caê, Paulo de Carvalho, Diego Cabral e Bitú G-Sé
Marcus Muniz, Renan Brandão, Machado e Marcelo Nunes
Lequinho, Jr. Fionda, Gilson Berini e Clarão
Celso Tropical, Catranca, Marcelo Santa Clara e Partidinho
Jorge Nascimento, Rodrigo Carioca, Jorge PQD e Jorginho Bonsucesso
Índio da Mangueira, Luisinho Oliveira, Daniel do Riachuelo e Beto Savana
Zeca Monteiro, Bete da Mangueira, Deija e Valter Veneno
Gustavo Louroza, Vanderson, Junior e Dirley
Antunes King e Olímpia
Aníbal, Jerônimo GG, Pope e Jurandir Terra
Tuaregue, Jocelino, Paulo Beto e Madeira
Alexandre Nascimento, Ailton, Braian Soares e J. Oliveira
David Corrêa, Marcelo D’Aguiã, Resemar da Mangueira e Bizuca

Marcia Rosario
Assessoria de imprensa

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Histórias de sucesso

Os estilistas Guilherme Gaspar, da Cantão, Rick Groove, da R.Groove, Juliana Faro, Carol Nasser e Rosangela Sabino vão contar suas histórias de sucesso em palestra na Universidade Veiga de Almeida. Eles são ex-alunos do curso de moda da UVA e apresentarão como conquistaram espaço no mercado nos dia e 21 de agosto no compus Tijuca. Entrada Franca

Serviço:
21 de agosto, às 10h – Unidade Tijuca - Carol Nasser, Rick Groove e Guilherme

Mais informações: 2574-8888

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Tijuca terá uma faixa exclusiva para bicicletas

O Prefeito Cesar Maia divulga hoje, através de publicação no Diário Oficial, a primeira rota estabelecida para dar início ao programa de ciclofaixas da cidade do Rio. O bairro da Tijuca foi escolhido como ponto de partida dessa nova empreitada.

Chamada de Rota Barão de Mesquita, a ciclofaixa vai ligar a Praça Saens Pena, na Tijuca, a Rua General Canabarro, no Maracaña.

A faixa vai passar pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, pelo Cefet, pela Universidade Veiga de Almeida, IBGE e Petrobrás.

De acordo com o prefeito Cesar Maia, o programa de ciclofaixas vai estimular a multiplicação do uso de bicicletas e ampliará rapidamente o sistema de aluguel de bicicletas, já licitado e em processo de implementação no Rio.

Fonte: Jornal O GLobo

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