A tradição e histórias das ruas da Grande Tijuca.
BRASÃO DA TIJUCA
HINO DA TIJUCA
Entre morros verdejantes
A Tijuca foi crescendo
Nas manhãs. saraus e festas
Violões tocando.
Pelo ar os sons plangentes
Depois o silêncio vinha
Envolvendo a paz
As frias madrugadas
De um passado
Que não volta mais.
Mas no coração
A Tijuca não mudou
Mantém a tradição.
O Alto da Boa Vista é um bairro da zona norte do Rio de Janeiro que faz divisas ao sul com São Conrado, a sudoeste com a Barra da Tijuca, a sudeste com a Gávea (Rio de Janeiro), a leste com a Tijuca, a nordeste com o Grajaú.
O nome Maracanã vem do tupi maraka’nã, que significa papagaio. Provavelmente o rio homônimo recebeu este nome por ter suas cercanias habitadas por uma ou mais espécies destes psitacídeos. Alguns alegam que estas aves nativas habitam o bairro até hoje.
O Rio Comprido é um bairro da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. O seu nome decorre do rio central que o percorre, hoje canalizado e completamente degradado, que desagua na baía da Guanabara.
O bairro surgiu por idéia do Barão de Drummond, um empresário progressista, no fim do século XIX. O Barão comprou as áreas da antiga fazenda dos Macacos e a urbanizou, projetando e construindo um bairro com inspiração francesa, inclusive possuindo um Boulevard.
A Grande Tijuca compreende os bairros da Tijuca, Praça da Bandeira, Alto da Boa Vista, Grajaú, Andaraí, Vila Isabel e Maracanã, com 366.567 moradores e moradoras. Dessas pessoas, aproximadamente 13% vivem em suas 29 favelas.
Na década de 1820, no meio ainda rural, marcado pela presença de chácaras existia uma Fábrica de Chitas, considerada uma das primeiras do Brasil, próximo da Fábrica existia o Largo da Fábrica, localizado num entroncamento de dois caminhos
Bairro silencioso e tranqüilo, um dos poucos preservados da desmedida exploração imobiliária e dos males da poluição, o Grajaú chega aos seus 50 anos de existência.
O Andaraí é um dos bairros mais antigos do Rio de Janeiro e seu nome provém da expressão indígena “Andirá-y”, que significa “Rio dos Morcegos”, na linguagem dos índios tamoios que habitavam a região.